o seguinte indica:

Num batalhão do Espírito Santo, entre a pressão da família e o julgamento da sociedade

Policiais se preparam para embarcar em helicóptero em ação para demover paralisação. Foto | Paulo Whitaker | Reuters

 “Os comandantes pressionam para a gente sair o tempo todo dizendo que seremos punidos. As mulheres falam para a gente ficar e fortalecer o movimento que luta pela categoria. Minha mãe me liga cinco vezes ao dia para saber se estou vivo e, para completar, a sociedade me hostiliza”, conta o soldado "b".

Confira o drama que viveram – e vivem! – os policiais militares do Espírito Santo, pressionados entre o apelo das famílias, o comando e a sociedade. Clique aqui.

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