causos da aldeia

E a dona Margarida sorri

Da esquerda para direita, Joel, Dimas, Dilamar e Biga

Sobre quem serão os eleitos, ninguém aposta uma água mineral no Argeu. Mas uma senhora já se sente ganhadora nessa eleição. É a dona Margarida, mãe dos vereadores Dilamar Soares e Dimas Costa.

A política, que tinha separado os irmãos, este ano os uniu.

É um dos causos pitorescos da política da aldeia.

 

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Dona Margarida, a mãe dos vereadores

 

Eles se afastaram antes da campanha de 2012, quando Dilamar trocou o PT pelo PMDB para concorrer a vereador. Dimas ficou no partido, junto ao pai, João Manoel, que tinha restado suplente na eleição anterior, e também concorreu à Câmara.

Os dois foram eleitos.

Passaram os três primeiros anos sem se falar. Por um tempo, quando podiam, provocavam um ao outro na tribuna. Como acontece com irmãos, era um estresse só. Principalmente para os amigos, muitos em comum, que tinham que segurar o ímpeto de dois impulsivos.

Neste 2016, quando Daniel Bordignon começou a se mover em direção ao PDT, arrastando outros petistas, Dimas ficou sob risco de não ser reeleito pelo PT não ter candidatos suficientes para fazer o coeficiente eleitoral. Foi aí que Dilamar, que se dedicava a construir o PSD em Gravataí, fez um movimento inacreditável para muitos. Convidou o irmão para concorrer pelo partido.

As conversas foram quase todas como as que ocorriam quando os dois estavam em um mesmo ambiente com amigos em comum, que serviam como ‘interpretes’.

Para o primeiro contato para sondar Dimas, Dilamar procurou como interlocutor o ex-vice-prefeito Cristiano Kingeski, amigo e parceiro político do irmão mais novo.

Deste abril para cá, a relação dos dois mudou. Eles já falam olho no olho, trocam ideias dentro do partido e são duas esperanças para uma arrancada da candidatura de Levi Melo (PSD) à Prefeitura.

Dila e Dimas até já confraternizam juntos, como no aniversário do advogado Marcius Terres, o Biga, que segunda-feira completou 52 anos.  

Na foto, onde esconderam as latinhas, está o funcionário concursado da Câmara de Vereadores, Joel Pacheco, amigo de todas as paradas, que por muito tempo serviu de ‘interprete’ aos irmãos.

Agora falta só dividirem uma mandioquinha frita com as irmãs na casa da dona Margarida.

 

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