educação

Rede municipal de Gravataí conta com 50 salas de recursos para atendimentos a alunos com deficiência

Com a abertura de duas novas salas de recursos, na Escola de Educação Infantil Favo de Mel e na Escola Municipal de Ensino Fundamental Suely Silveira Soares, a rede municipal de Gravataí passou a contar com 50 espaços para atendimento especializado a crianças e adolescentes com deficiência da rede pública. Nas salas, os alunos recebem atividades específicas que visam uma aprendizagem mais eficaz para este público.

Referência neste tipo de atendimento especializado, a Escola Municipal de Ensino Fundamental (EMEF) João Paulo II possui este espaço, desde 2010, e atende, atualmente, 22 alunos com diferentes tipos de deficiência. Tutelado pela professora Micheline Schwanke, o adolescente Vinícius Neuabuer, que possui deficiência intelectual e frequenta o 5° ano do ensino regular, definiu, em poucas palavras o atendimento, como muito bom. Sentimento compartilhado também pela sua mãe, Débora Neuabuer, que, desde que o filho iniciou com os atendimentos, já viu avanços no seu desenvolvimento.

Em uma manhã de atendimento, a professora explicava, com o auxílio de bolinhas de gude e uma caixa de madeira, as operações matemáticas de divisão e multiplicação.

– Nós temos diversos materiais que utilizamos para explicar aos alunos, de forma lúdica, o mesmo conteúdo que está sendo trabalhado na sala de aula regular – disse Micheline.

A professora, especialista em educação inclusiva e psicopedagoga, disse que o bom desenvolvimento do trabalho só é possível devido à integração com o Núcleo de Educação Especial, da Secretaria Municipal da Educação (Smed), e com a equipe pedagógica da escola.

– Todo o trabalho é feito de forma integrada, garantindo, assim, um melhor aproveitamento – ressaltou.

De acordo com a Smed, os atendimentos ocorrem, uma vez por semana, por professores especializados em educação inclusiva que utilizam diferentes atividades pensadas e elaboradas, especificamente, para o desenvolvimento do aluno dentro e fora da sala de aula. A secretária municipal da Smed, Magda Ely, ressaltou que, na rede, atualmente, são mais de 1.200 alunos com deficiência matriculados e que o atendimento especializado no turno inverso é opcional e oferecido a todos.

 

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