o seguinte indica:

De magnata a presidiário comum, o sonho quebrado de Eike Batista

O empresário Eike Batista, de cabelo raspado, deixa o presídio Ary Franco, no Rio de Janeiro | Foto: FÁBIO MOTTA - ESTADÃO CONTEÚDO

Poucas pessoas encarnam a rápida ascensão e queda do Brasil tão bem quanto Eike Batista. 

Quando o país ia de vento em popa, ele adquiria e desperdiçava milhões, conquistava acionistas do mundo todo com a promessa de lucro futuro de seus negócios que englobavam petróleo, construção naval e minas de ouro.

Fez fortuna a um ritmo vertiginoso e finalmente ganhou poder e influência. Dono de 34 bilhões de dólares (107 bilhões de reais), o empresário foi eleito pela Forbes o sétimo homem mais rico do mundo em 2012. 

Nos últimos meses, Eike tentava renascer como empreendedor de sucesso num país que atravessa a pior recessão em 30 anos e que enfrenta pela primeira vez a corrupção institucional.

Leia a reportagem completa clicando aqui.

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