política

O que diz defesa de Miki e Maurício sobre ameaça de nova eleição: ’Perdedores nas urnas tentam alterar os fatos’; O Efeito Orloff

André Lima, advogado de Miki Breier (PSB) e Maurício Medeiros (MDB), enviou manifestação a pedido do Seguinte: sobre o artigo Cachoeirinha pode ter nova eleição em 2022 e Miki e Maurício inelegíveis até 2028; MP incendeia julgamento de cassação pelo TRE, publicado na noite desta terça-feira.

Reproduzo na íntegra e, abaixo, sigo:

“…

Face a indagações sobre o conteúdo do parecer, a defesa dos recorridos, PREFEITO e VICE, explana o que segue:

Em que pese o respeito ao PARECER e seu procurador prolator, todavia, reflete a visão pessoal dele, confessadamente fundada em presunções e não em provas e, assim, a manutenção da sentença pelos Doutos Desembargadores do TRE é esperada pelo PREFEITO e pelo VICE.

A questão foi longamente explanada no primeiro grau e, após, nas contrarrazões, onde foi apontado que:

Em relação ao alegado restabelecimento de vantagens, o PREFEITO e nem o VICE não restabeleceram vantagens no período eleitoral e, vide a PROVA, a situação iniciou em 2019 por conta de posições adotadas pelo MPC e pelo TCE, como fartamente esclarecido pela testemunha DIEGO na instrução e, por conseguinte, não houve nenhum desrespeito ou violação aos preceitos e nem às regras da Justiça Eleitoral e, por decorrência lógica, não houve uso da máquina pública e nem abuso de poder político, sendo que os PERDEDORES tentam alterar a verdade dos fatos para obter a abreviação de um mandato eleitoral legitimamente consagrado nas urnas.

Igualmente, não houve concessão de licença-prêmio com fim eleitoreiro e, na verdade, tal situação tem que ser analisada no atípico cenário da pandemia em que vivíamos durante o também totalmente atípico ano de 2020, sendo que os pedidos foram analisados e deferidos pela JUNTA FINANCEIRA, de forma autônoma, com base nos requerimentos dos servidores e as necessidades relatadas, sem qualquer interferência do prefeito ou vice-prefeito e, ainda, a um número mínimo de pessoas, com amparo no artigo 131 da LC 03/2006.

Desse modo, repisa-se, embora o respeito ao PARECER, no entanto, no nosso entendimento, o mesmo não demanda acolhida, devendo ser mantido o resultado, com o que o recurso não demanda provimento e a sentença demanda manutenção.

…”

 

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Concluo da mesma forma que no artigo de ontem.

Em julho do ano passado, quando a juíza eleitoral Vanessa Caldim dos Santos deu sentença julgando improcedente a cassação de Miki e Maurício, em Justiça nega cassação de eleição de Miki; O ’Efeito Orloff’ das fake news que estão matando Cachoeirinha, alertei para a fama de cidade de bandidos, tamanho denuncismo; e, também malfeitos.

‘República da Chinelagem’, apelidei.

Não invoquei o Pai Merdanelles, aquele que faz previsões não nos búzios ou na borra do café, mas sim na espuma da cerveja e na cinza do cigarro, mas profetizei: “… É inevitável o ‘Efeito Orloff’ dessa razia da política. Vai arrastar todos os políticos, de oposição ou governos, puxa-sacos, aspirantes e CCmaníacos que querem tomar a Prefeitura de assalto, ao fuzilamento pelas metralhas de teclados no Grande Tribunal das Redes Sociais – cujas ‘togas’ pendem para ambos lados da ferradura ideológica…”.

Segui: “… O ‘Eu Sou Você Amanhã’ do comercial de vodca de 1987, que ontem tornou presidiário o denunciador dos “300 picaretas do Congresso”, é experimentado hoje pelo deprimente da república, assim como aconteceu no interregno com o juiz ladrão…”.

Avisei: “… Quem paga a conta dessa molecagem – e do rancho – é o povo. Ou alguém não sabe que um governo walking dead – e forçadamente parado – é porto para o assalto de todo tipo de pirata da política? Ou alguém não antevê que governos, para não se encastelarem, precisam de oposição com credibilidade para que a sociedade não escolha apenas o 'menos pior'? Ou alguém acredita que investidores querem colocar dinheiro em uma Cachoeirinha na qual não se sabe quem será o prefeito amanhã?…”

Conclui: “… Navegando pelas redes sociais parece que os corruptos são encontrados em várias partes do mundo, quase todas aqui…”.

Nos últimos seis meses, só piorou. Afogamo-nos no Grande Tribunal das Redes Sociais e em um noticiário político-policial.

Reputo se a terra arrasada da política de Cachoeirinha influenciar nos julgamentos de Miki e Maurício pelas cortes superiores, teremos nova eleição; e uma cidade parada pela política.

Ao fim, repito, lamentavelmente não pela última vez: pobre Cachoeirinha!

 

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