a poesia do cidade

Morte, que choras?

Até tu demoras

A dar conta

De tanta gente

Indo de repente

Por pentes e fogos

Até teus átomos

Como bicho do figo

Rodeando o fruto

Para desembarque

De guerra

Como incêndios nas aguas

Onde berra aos brutos

Que

Deponham as armas

E então, morte, tu choras

Por tantos assassinatos

E pouco luto.

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