por dentro do debate tve

Nasceu o filho do debate

Wagner e Alessandra, com o recém-nascido Abner, que impediu o pai de assistir o embate entre os prefeituráveis de Gravataí

Quando o analista júnior de logística Wagner Melo Leonel, 35 anos, sentou diante da televisão sintonizado na TVE e se concentrou para assistir ao debate entre os candidatos à Prefeitura de Gravataí, na noite desta terça, pouco depois das 20h30min, já ouviu a voz que vinha do banheiro:

 

: Wagner Melo com Abner, o primeiro filho dele e Alessandra e, se depender dos pais, um futuro gremista

 

— Amor, vem aqui! Acho que estourou a bolsa.

Como o ex-acadêmico de Teologia gosta muito de política, acompanha a política da aldeia, tem amigos ativos na política e dá ‘pitacos’ sobre política aos próprios candidatos, não ‘processou’ instantaneamente a informação que tinha ouvido.

Os candidatos ainda estavam no bloco das apresentações iniciais.

Alessandra Souza Leonel, também de 35 anos e gerente de loja, que tinha resolvido tomar banho enquanto o marido via tevê, chamou pela segunda vez. E na terceira teve que falar um pouco mais alto e de modo mais enfático. Incisivo. Quase gritando.

— Eu estava focado mesmo e não prestei muita atenção. Foi só quando ela me chamou pela terceira vez que caiu a ficha e me dei conta do que ela estava falando — contou, agora há pouco, o pai do ‘filho do debate’.

 

Cesariana

 

O próprio Wagner levou Alessandra para o Hospital Dom João Becker onde, 1h da madrugada desta quarta-feira, nasceu Abner Lucas Souza Leonel, um saudável garoto que, se depender da vontade do pai e da mãe, vai ser um gremista fanático.

— Felizmente correu tudo bem. Ela teve que fazer cesárea mas transcorreu tudo normal e em três dias ela já deve ir para casa — diz, aliviado.

Wagner e Alessandra estão casados desde setembro de 2003 e Abner é o primeiro filho do casal.

 

Quase pastor

 

Wagner Melo é um frequentador habituê das redes sociais, está sempre publicando comentários ou fazendo postagens de cunho político. O ex-quase-pastor já trabalhou com a produção de jingles para campanhas políticas de Gravataí e se considera um ‘centrista’ na política.

— Depende do ponto de vista ideológico. Há coisas com as quais concordo, outras não. Na verdade eu não sou radical, nem da direita e nem da esquerda, sou mais de centro mesmo — comenta.

Wagner, diz aí, e sobre a política nacional?

— Sobre a política, de modo geral, tenho minhas decepções, com certeza — completou um dos mais recentes papais de Gravataí.

 

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