meio ambiente

Gravataí recebe Estação de Tratamento de Chorume pioneira no Rio Grande do Sul

O Aterro Santa Tecla, que teve suas atividades encerradas em 2013, recebeu a primeira Estação de Tratamento de Chorume do Rio Grande do Sul. A estrutura, além de todos os benefícios ambientais, trará uma economia de R$ 1,5 milhão por ano para o município. O espaço atende todos os requisitos estabelecidos na Resolução Conama nº 355/2017 e a Resolução Conama nº 430/2011.

– Esse é um trabalho que construímos para preservar o meio ambiente e melhorar a qualidade dos serviços prestados à nossa comunidade. Hoje estamos aqui celebrando a vitória da população de Gravataí. Essa foi uma demanda da população que evoluiu para um projeto pioneiro de cuidado ambiental. Quero parabenizar as empresas que desenvolveram essa tecnologia. Certamente será um exemplo para todo o país – disse o prefeito Marco Alba, na inauguração.

– Nós estamos transformando a realidade ambiental do estado. Esse é o ato ambiental mais importante para cidade, é um exemplo de capacidade. A gestão do prefeito Marco Alba resgatou e fechou um aterro que causou grandes problemas para a cidade. Agora resolvemos um problema que parecia insolucionável. Gravataí passa a ser um exemplo nacional de preservação ambiental – disse o secretário de Serviços Urbanos, Paulo Garcia.

O prefeito eleito do município, Luiz Zaffalon, que foi presidente da Fundação Municipal do Meio Ambiente, também esteve presente e comemorou a Estação.

– Esse é um momento muito importante para o município. O meio ambiente está em festa. É a coroação de um trabalho que o governo Marco Alba fez. Como cidadão de Gravataí e como prefeito eleito, me sinto feliz, homenageado com uma estrutura desse tipo.

 

 

A Estação

 

O local, que trará uma economia de R$ 1,5 milhão para o município, fará o tratamento do chorume gerado por causa dos resíduos enterrados no Aterro Santa Tecla.

O líquido percolado era levado para Santa Catarina, pois não havia nenhuma Estação de Tratamento de Chorume no Rio Grande do Sul. Agora ele será tratado no próprio local, evitando o transporte e possíveis acidentes ambientais.

Depois das quatro etapas do tratamento, o líquido sai limpo e é utilizado na própria rotina de desintoxicação de mais chorume.

O processo se resume em equalização e neutralização do chorume; processo físico-químico para clarificação e retirada de parte do nitrogênio amoniacal; tratamento biológico para redução dos parâmetros de Demanda Química de Oxigênio (DQO), Demanda Bioquímica de Oxigênio (DBO), óleos, graxas e nitrogênio; sistema de polimento final por filtros e membranas especiais que removem os contaminantes.

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