educação

Está chegando um projeto para as Garotas Brilhantes de Gravataí

Projeto já recebeu distinções nacionais e internacionais ao chegar até a África

Com a chancela do Fundo das Nações Unidas pela Infância (Unicef) o ‘Garotas Brilhantes’ chega em Gravataí de forma pioneira no Rio Grande do Sul.

A Agência Adventista de Desenvolvimento e Recursos Assistenciais (ADRA) apresenta o projeto ao governo, educadores, entidades e empresários dia 17, às 18h, na Igreja Adventista do Sétimo Dia, na João Alves de Souza, 47.

A primeira-dama Marlene Zaffalon já confirmou presença no evento que será apresentado pelo diretor da ADRA no Rio Grande do Sul, Daniel Fritoli.

– A ideia é mostrar para meninas que vivem em regiões de vulnerabilidade que elas podem ter um grande futuro – resume a assistente social Flávia Francisco Cardoso, que tem na equipe voluntárias como a psicologa Karine Gasparotto Cordonet, a enfermeira Rosi Machado, a advogada Andrea Cabeda e a administradora Marcelli Horacio.

O Garotas Brilhantes, que vai funcionar inicialmente durante todo o segundo semeste e busca apoio financeiro e voluntário, escolhe uma escola pública para o projeto-piloto levando em conta crotérios como índices socioeconômicos e de gravidez na adolescência.

– Com palestras, vídeos, passeios e atividades que empoderam as meninas, trabalhamos da saúde à auto-estima, além de prepara-las para o mercado de trabalho – explica a assistente social.

O Garotas Brilhantes, que é tema do livro homônimo de Neuza Ferraz, está virando filme após chegar à África. O empresário Rogério Lemes, da produtora Cine Heaven, contará a história de Neusa Maricielly Mário, protagonista africana formada pelo projeto.

– No livro também temos a história de uma menina paulista que conheceu o Garotas Brilhantes em um momento difícil, no qual convivia com os pais drogados, e dizia que seus futuro era apenas sobreviver. Hoje mora sozinha, trabalha e estuda radiologia na Faculdade de Ciências Médicas de São Paulo – conta Flavia Francisco.

Nas experiência internacionais, o projeto voluntário da ADRA já levou brasileiras até Luanda, capital de Angola que sofre com abuso sexual e violência contra adolescente, para compartilhar com meninas entre 14 e 17 anos experiências de empoderamento e melhora da auto-estima.

 

Assista vídeo do projeto

 

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