coluna do silvestre

EXCLUSIVO | Projeto dos anos 90 tranca condomínio nas pontes do Parque

Esqueleto de pavilhão no começo da avenida Ely Corrêa seria transformado em mini-shopping para mercado lojista e, atrás, erguidas torres de apartamentos

Sabe aquele esqueleto de pavilhão que deveria estar sendo utilizado por uma indústria e que fica logo depois das pontes do Parque, à direita de quem se desloca no sentido Gravataí Glorinha? Sabe aquele terrenão todo que tem no entorno daquele prédio cuja construção está longe de ser acabada?

Pois então!

O colunista ficou sabendo – “passarinho verde” contou! – que há um empresário de Santo Antônio da Patrulha que está com projeto pronto para investir no local. Parece que o tal projeto já está todo no papel, minuciosamente detalhado mas cuidadosamente engavetado. Pelas informações, o empresário pode até desistir do investimento de muitos e muitos milhões…

 

O plano

 

Pelo que fiquei sabendo, o projeto deste investidor da cidade da rapadura seria terminar o pavilhão que está se deteriorando pela ação do tempo e tornar o lugar um centro comercial. Uma espécie de mini-shopping, com várias lojas funcionando no local. Afinal, o Parque dos Anjos já é quase uma cidade do lado de lá das pontes!

E no terreno que fica atrás daquele esqueleto de pavilhão, seriam construídas duas torres residenciais, coisa de uns 100 apartamentos, mais a estrutura que envolve um condomínio deste porte como garagens, espaços de lazer, piscinas, áreas de preservação.

Não é pouca coisa.

Mas onde está trancado?

É que parte daquele terreno todo é alvo de uma pendenga judicial que se arrasta há anos. O antigo dono, falecido e que deixou o imbróglio para os herdeiros, protocolou lá nos anos 90 um projeto para construir ali um… Condomínio! Residencial!

Só não consegui descobrir quais as dimensões deste condomínio conforme os registros existentes na Prefeitura, qual a situação documental deste projeto também na Prefeitura, e a “quantas anda” o processo que – o “passarinho verde” não me confidenciou – tramita na Justiça.

Que há projetos para ocupação do local, não há dúvidas.

O problema é: quando vai sair do papel, se sair?

 

 

 

 

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