política

PSD de Gravataí anuncia voto contra aumento de salário para vereadores, prefeito, vice, secretários e CCs

Cláudio Ávila é líder da bancada do PSD na Câmara de Vereadores de Gravataí

Antes mesmo de chegar projeto na Câmara, o líder da bancada Cláudio Ávila informou na sessão desta quinta-feira que o PSD vai votar contra “todo e qualquer aumento, seja reposição da inflação ou ganho real” nos salários dos vereadores, prefeitos, vice, secretários e CCs de Gravataí.

Nos artigos Vereadores de Gravataí podem ter mesma reposição de 10 por cento do funcionalismo; Os mil a mais e o osso e Prefeito, vice, secretários e CCs também terão reajuste de 10 por cento em Gravataí; É osso! revelei a possibilidade de ser dada a mesma reposição de cerca de 10% ao funcionalismo municipal também para vereadores, prefeito, vice, secretários e CCs da Prefeitura e do Legislativo.

Os salários dos políticos estão congelados desde 2013.

A decisão do PSD foi tomada em reunião da executiva de Gravataí na noite desta quarta, com a concordância dos outros dois vereadores, Anna Beatriz da Silva e Bombeiro Batista; e para a alegria do presidente municipal Dimas Costa, que é candidato a deputado estadual e vai ficar bem curtido no Grande Tribunal das Redes Sociais.

– Anuncio nosso voto contra também pela sacanagem que estão fazendo com a oposição – diz Ávila, criticando pareceres das comissões da Câmara que derrubam projetos dos vereadores oposicionistas sem permitir a votação em plenário.

– Tentamos fazer uma política diferente durante todo primeiro ano do governo (Luiz Zaffalon). Não recebemos reciprocidade. Riram da gente. Em 2022 vai ser diferente – avisa o advogando, antecipando a judicialização de ‘pautas-bomba’, como, por exemplo, um novo subsídio para o transporte público, possibilidade que também revelei com exclusividade em Governo Zaffa vai apresentar novo subsídio ao transporte coletivo em Gravataí; A Bombonera e a ’pauta-bomba da Sogil’ 2.2.

Ao fim, não considero um absurdo a reposição aos políticos após 10 anos de ‘reajuste zero’, mas concluo da mesma forma que nos dois artigos anteriores sobre a polêmica: “É verdade que a Câmara tem salários congelados e mais baixos entre as maiores cidades gaúchas. É verdade que há quase quatro anos não temos mais o ‘CâmaraTur’, com viagens de vereadores. É verdade também que a economia feita pelo legislativo permitiu que fosse entregue à Santa Casa um cheque de R$ 3 milhões em sobra de orçamento para a construção da nova Emergência do Hospital Dom João Becker. Mas também é uma realidade brasileiro-venezuelana que a população não vai engolir um aumento de salário para políticos quando tem gente na fila do osso”.

É ‘pauta-bomba’.

É osso!

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