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PSB fora: José Stédile vai pedir demissão do governo Leite; Ex-prefeito de Cachoeirinha é aposta na eleição

José Stédile com a camisa do Inter que leva seu nome e o número do PSB nas urnas

Printe & Arquive na Nuvem: José Stédile, ex-prefeito de Cachoeirinha, deixa a Secretaria de Obras do Estado dia 12, quando o PSB deixa o governo Eduardo Leite (PSDB).

Articulado na cidade que governou entre 2000 e 2008, e no interior, como deputado federal por dois mandatos e secretário desde o início do governo, é um dos favoritos dos socialistas na disputa para deputado estadual em 2022.

Cachoeirinha não tem representação na Assembleia Legislativa desde a renúncia do hoje prefeito afastado Miki Breier (PSB) para assumir a Prefeitura em 2017.

A saída acontece para esquentar a candidatura de Beto Albuquerque ao Palácio Piratini, em um momento que em que o PSB, que recém filiou Gerlado Alckmin e pode ser vice de Lula, negocia a formação de uma federação partidária com o PT, PCdoB e PV; pedindo apoio dos petistas à candidatura de Beto.

 

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Ao fim, é o estreitamento de inimizades comum em ano eleitoral.

Dos Grandes Lances dos Piores Momentos é que é bem provável que Stédile, que votou a favor do impeachment de Dilma, e esteve junto ao MDB de José Ivo Sartori e ao PSDB de Eduardo Leite, voltar ao mesmo palanque ao lado de Lula e o PT com o irmão, João Pedro Stédile, grande líder do MST, maior movimento social do mundo.

 

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