política

Marco Alba inclui mais um bom indicador no currículo; Gravataí ’gigante da economia do país’

Marco Alba com a esposa, Patrícia Bazotti Alba, deputada estadual

Marco Alba (MDB) incluiu mais um bom indicador em seu currículo. Gravataí – junto aos gaúchos Porto Alegre, Caxias do Sul e Canoas – ficou entre os 100 municípios que tiveram as maiores economias do país em 2019.

As quatro cidades gaúchas já apareciam no levantamento do ano anterior, com dados de 2018.

Os dados foram divulgados nesta sexta-feira pelo Departamento de Economia e Estatística, vinculado à Secretaria de Planejamento, Governança e Gestão (DEE/SPGG), que elabora o material junto com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

– Gravataí se consolida cada vez mais como um dos principais polos de desenvolvimento econômico do Estado e do país – postou em seu perfil no Facebook o ex-prefeito que governou entre 2013 e 2020.

– Em nossas gestões, a Prefeitura trabalhou para criar um ambiente de acolhimento e incentivo aos empreendedores. Hoje, Gravataí se projeta com um grande potencial para atração de investimentos. Parabéns aos empreendedores e aos trabalhadores que fazem de Gravataí uma gigante da economia do país – concluiu.

 

Confia o card postado por Marco e, abaixo, sigo a análise

 

Como tratei em Marco Alba foi um bom gestor; Gravataí é excelência no Índice Firjan, o Índice Firjan de 2020 também mostrou que a ‘ideologia dos números’ na gestão do ex-prefeito não se resumiu apenas a colunas de receita e despesa, mas teve como consequência investimentos que mexem com a vida das pessoas.

No índice, que é referência nacional em gestão, a média do RS foi de 0,6584 e a de Gravataí 0,8518. Um indicador de excelência comparado com 2013, quando o ex-prefeito assumiu com 0,5575. Dos 10 maiores municípios apenas Caxias superou Gravataí.

Em 2012 Gravataí figurava entre as piores gestões. Era 272ª do estado e 1789ª do país. Ano passado já estava em 47º lugar no RS e 347º no Brasil.

– Equilibramos as contas para poder fazer entregas para população. Crescemos as receitas próprias, atraímos investimentos e quando foi possível contrair financiamentos, não trocamos uma dívida pela outra. Gravataí está bem, sustentável. Serão bons tempos com o Zaffa, que continua nosso projeto – comemorou à época Marco Alba, ao Seguinte:, lembrando ter enfrentado um endividamento que, há 10 anos era de 6 a cada 10 reais arrecadados e hoje não chega a 20% no governo Luiz Zaffalon (MDB) que, fosse irresponsável e/ou populista poderia investir mais de R$ 1 bi que estaria ‘dentro do teto’.

Pelo Índice Firjan de Gestão Fiscal (IFGF) a Federação das Indústrias do Rio de Janeiro mede anualmente o desempenho de 5.239 municípios brasileiros a partir de quatro indicadores: autonomia, gastos com pessoal, liquidez e investimentos. O objetivo é demonstrar o desenvolvimento socioeconômico nas áreas de emprego e renda, educação e saúde.

Na coleção de indicadores Marco Alba também comemorou Gravataí no quarto lugar em ranking criado pela Consultoria e Auditoria Tributária Assertif, de São Paulo, para classificar as 100 maiores cidades do Brasil e pontuar quais conseguem entregar o melhor retorno do que é arrecadado com impostos para bons serviços à sua população, como reportei em Um ranking para Zaffa e Marco Alba comemorar em Gravataí.

O ranking surgiu em 2021 e as melhores colocadas estão todas em São Paulo. No Rio Grande do Sul, apenas seis municípios tiveram esses dados compilados. Caxias (62,7) está à frente de Porto Alegre (60,4), Santa Maria (57,3), Gravataí (54,2), Canoas (53,8) e Pelotas (51,8). A campeã do país, na escala estabelecida de 0 a 100, é a paulista Jundiaí.

O Índice de Retorno do Tributo Municipal (IRTM) usa dados do IBGE em Educação, Saúde, Segurança, Saneamento e Sustentabilidade. Em educação, por exemplo, é formado pelo número de matrículas em creche, pré-escola, notas do Ideb, etc. São coisas que medem o resultado final e não quanto foi despendido na atividade.

Ao fim, não são obras do acaso os indicadores comemorados por Marco Alba.

Com localização privilegiada, um ‘orçamento realista’, sem fama de caloteira, Gravataí capta e aplica bem os impostos, além de cultivar um bom ambiente político e social, o que atrai investidores.

Ainda falta muito, e sabem Marco e Zaffa, de quem o ex-prefeito é o ‘Grande Eleitor’. Mas não custa reconhecer a boa gestão.

É uma realidade o que diz Marco – e seu grupo político.

Populista não foi, populistas não são. Seguiu seu plano de “arrumar a casa”, mesmo restando Gravataí a “cidade dos buracos” em seu primeiro mandato, perdeu para Daniel Bordignon a eleição anulada em 2016, venceu por apenas 4 mil votos o pleito suplementar de 2017, mas encerrou o segundo mandato com aprovação de 8 em cada 10 gravataienses, conforme pesquisas do governo.

É a confirmação de que com um orçamento real, que só gasta conforme arrecada, é possível atender o povo; não importa de que lado da ferradura ideológica está o governante.

Já dizia o Millôr: toda ideologia precisa de um orçamento.

 

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