opinião

Gravataí tem novo vereador; política no DNA

Alison domingo vistoriando instalação de novas vigas na segunda ponte do Parque dos Anjos

Alison Silva será vereador a partir desta quinta. Ele deixa a Secretaria de Mobilidade Urbana para assumir a cadeira de Nadir Rocha, que se recupera de cirurgia cardíaca.

(Parêntesis: falei com o veterano parlamentar na noite desta segunda e ele está bem, ainda hospitalizado no Instituto do Coração mas com perspectiva de alta ainda nesta semana).

Voltando a Alison, é o filho do falecido Acimar da Silva, assassinado em um assalto a sua residência em 15 de julho de 2015, quando era secretário de Agricultura do governo Marco Alba, após ter sido vereador por 18 anos e ‘prefeito tampão’ entre novembro de 2011 e 31 de dezembro de 2012, após a cassação da prefeita Rita Sanco (PT) e do vice Cristiano Kingeski (PT).

Alison é o primeiro suplente do MDB. Fez 1497 votos em 2016. Chegou a assumir entre janeiro e abril de 2017, quando Nadir, como em 2011, foi prefeito interino durante a eleição suplementar ocorrida após Daniel Bordignon (PDT) vencer a eleição, mas ‘pedir música no Fantástico’ com a terceira impugnação de candidatura.

Aos 29 anos, leva uma boa bagagem para o parlamento. Nos dois anos frente à secretaria, comemora feitos como o início da duplicação das pontes do Parque dos Anjos, sonho de seu pai, morador do bairro, e, para ilustrar o ritmo de obras que tem ligação com a pasta, cita oito quilômetros de asfalto autorizados na última semana e o projeto pronto para a Estrada de Ligação, que unirá a Gravatá a RS-030, completando a ‘Rota Turística’, que, num traçado imaginário, liga o aeroporto Salgado Filho à Serra, passando por Gravataí.

– Chego à Câmara num bom momento. Carrego o jeito leve do pai de fazer política, com base na construção de boas relações, e aprendi muito com o prefeito Marco Alba tocando esse monte de obras – resume o engenheiro que, em 92, na primeira posse de Acimar, aparece em fotos no colo do pai, um bonachão na descrição de todos que conviveram com ele.

É inegável, para quem conhece a diversidade de relações do filho, que Alison herdou características do pai, um Imhotep da engenharia política.

 

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