opinião

’Creche de Jornal Nacional’ abriu; a razoabilidade na crítica

Escola de Educação Infantil Bem-Me-Quer inicia suas aulas

No artigo Por que Gravataí ainda não abriu a ’creche de Jornal Nacional’ tratei da polêmica sobre a Bem-Me-Quer não ter iniciado as aulas junto a outras escolas municipais de Educação Infantil (Emei).

– E a ‘creche de primeiro mundo’? – provocaram leitores, já que narrei a saga de construção da controversa Emei desde 26 de janeiro de 2017, com o primeiro artigo Não presídio, creche é polêmica em bairro nobre.

Acontece que, mesmo já inaugurada, a sede própria que teve sua capacidade aumentada em 50 vagas, atendendo ao todo 188 crianças de zero a cinco anos de idade, no Residencial Dom Feliciano, apresentava problemas estruturais.

Ao consultar a Prefeitura, a promessa foi de reabertura junto ao restante da rede, nesta quarta, dia 19.

Conclui assim o artigo onde rememoro as dificuldades para a Emei, e outras, sair do chão, após Gravataí ter sido vítima da ‘construtora do calote’:

 

“(…)

Os problemas apontados pelos pais são inegáveis. E, por óbvio, como a creche foi inaugurada com bastante alarde, deveria estar impecável para a volta às aulas. Certamente pais que planejaram ter suas crianças nas creches desde segunda têm direito de reclamar. A Prefeitura promete solução até o início do ano letivo na rede normal.

Ao fim, combinemos, se a escola abrir dia 19, não será o fim do mundo, frente a tanta dificuldade para essas escolas saírem do papel. A Bem-Me-Quer – quem visitou sabe – é sim uma creche de ‘primeiro mundo’. Não retiro nenhuma palavra do artigo Marco Alba entrega mais uma ’creche de Jornal Nacional’.

(…)”

 

Nesta quarta, conforme prometido, a Bem-Me-Quer abriu – você pode ler a íntegra da nota publicada no site oficial da Prefeitura clicando aqui.

Não se trata do Seguinte: ser ‘líder do governo’, como ironizou o vereador Dilamar Soares em fala na última sessão da Câmara. Em tempos de ‘soluções’ demagógicas ao estilo ‘prefeito de Colatina’, e moralismo caça-cliques no ‘Grande Tribunal das Redes Sociais’ (que não permite aos políticos nada além da presunção de culpa), alguém precisa ser razoável nas análises.

E racional Dilamar é, quando não cede, mesmo que constrangido, ao imediatismo da política eleitoral.

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