opinião

Câmara de Cachoeirinha no ’modo Eduardo Cunha’ contra Miki

Eduardo Cunha, ex-presidente da Câmara dos Deputados

Há golpeachments e golpeachments.

Assim, nos três anos do impeachment que derrubou Dilma Rousseff, impossível não observar que a Câmara de Cachoeirinha começa a operar no ‘modo Eduardo Cunha’ para tentar, se não cassar, sangrar eleitoramente o prefeito Miki Breier até 2020.

Em 2011, Gravataí foi pioneira no método, ao derrubar Rita Sanco – sou testemunha, do boteco ao plenário.

Em Cachoeirinha está um pouco diferente porque experimentamos ‘O Curioso Caso de Benjamin Button’: a ânsia por tentar uma rachadinha de cargos e a gerência de grandes contratos um ano antes da eleição, como aconteceu em Gravataí, antecipou um pedido de impeachment.

Que não rolou, como contei em Justiça derrubou truque do golpeachment contra Miki e Maurício; morte por politicagem e parenticídio.

Então, foram propostas amalucadas CPIs, como Miki reagiu em Pós golpeachment e sob ameaça de CPIs, Miki ataca.

Na sequência da tecnologia reversa do museu de grandes novidades da política, pautas-bomba e projetos inconstitucionais e demagógicos são aprovados pelos vereadores, o prefeito veta e os vetos são derrubados pelo legislativo, que torna leis aberrações jurídicas, infactíveis, mas sempre bem ajustadas para caçar cliques e votos.

É ou não o modo como abalou a república o político que hoje reside em Bangu 8?

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