política

Assinatura de vereadores não vai valer na eleição para Presidência da Câmara de Cachoeirinha; A fila anda

O Seguinte: teve acesso ao acordo firmado em 2020 que dividia entre 4 partidos a Presidência da Câmara de Cachoeirinha em 2021, 2022, 2023 e 2024. Apesar de assinado por vereadores, não será cumprido. A disputa para eleição do dia 20 acontece entre Cristian Wasem (MDB) e Felisberto Xavier (PSD).

O documento traz as assinaturas de Juca Soares (PSD), Fernando Medeiros (PDT), Paulinho da Farmácia (PDT), Jordan Protetor (PSL), Francisco Major Belarmino (MDB), Brinaldo Mesquita (MDB), Gilso Stuart (PSB), Gelson Braga (PSB) e Jussara Caçapava (PSB), além de Wasen. Também constam no ofício, só que sem a rubrica, os nomes de Xavier e Deoclécio Melo (Solidariedade).

Dos que assinaram, Brinaldo e Major, além de Deoclécio, já bateram foto de apoio com Xavier, candidatura que rompe o acordo que previa 2021 para o PSB (cumprido com Jussara Caçapava); 2022 para o MDB; 2023 para o PDT e 2024 para o PSD.

Clique aqui para acessar o documento.

Antecipei a estratégia do grupo de Wasem em Vereador preso pede para voltar a Câmara de Cachoeirinha; A fila que anda e a ameaça de derrota do ’X9’ à Presidência.

Juca pediu o retorno, o que substitui a suplente Priscila Barra, que votaria em Xavier, e, mesmo que não consiga soltura até a eleição para Presidência da Câmara, pode faltar a todas as sessões do ano.

Daria um empate em 8 a 8 e Wasem venceria por ter sido mais votado. Se Juca conseguir habeas corpus Wasem vence por 9 a 8.

No caso de o vereador continuar preso, a alternativa do ‘X9’, o grupo dos 9 vereadores acertados com Xavier, pode ser indicar para presidência o vereador mais votado David Almansa (PT), que venceria em caso de empate.

Seria dos Grandes Lances dos Piores Momentos: Almansa se tornaria, ao mesmo tempo, candidato de oposição e governo.

É que Wasem é do partido do prefeito em exercício, mas é Xavier o candidato de Maurício Medeiros (MDB) e dos oposicionistas Mano do Parque (PSL) e Marco Barbosa (PP).

Não apoiando o colega de partido Maurício evidencia desconfiança de que, se Wasem vencer e o prefeito afastado Miki Breier (PSB) for cassado no processo de impeachment proposto por Mano do Parque, a fila pode andar para ele, como já alertei em Vaza Cachoeirinha: Impeachment de Miki ameaça Maurício Medeiros; O filho de calcinha, a ditadura e a galera.

Se Miki for cassado antes do fim do ano que vem, e o vice, e hoje prefeito em exercício, também enfrentasse um impeachment, Cachoeirinha teria nova eleição.

Antes, por 90 dias, Wasem seria o prefeito. Seu vice, Paulinho da Farmácia (PDT), o presidente da Câmara.

Ao fim, o off de políticos é de que tem ‘x9’ entre apoiadores da candidatura adversária; e vice-versa. Fatos, aqueles chatos que atrapalham argumentos é que a assinatura e a palavra parecem não valer muito na eleição.

 

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