opinião

Antecipamos: Jairo Jorge no PSD; o ’Flamengo’ da região

Jairo Jorge

O Seguinte: foi ‘fura-fura’ estadual. Às 21h do domingo antecipei, no artigo Jairo Jorge vai se filiar ao PSD; Printe & Arquive na Nuvem, a notícia confirmada na noite desta segunda por Rosane Oliveira, na RBS.

À colunista, o ex-prefeito de Canoas e candidato a governador em 2018 pelo PDT justificou a escolha pelo PSD por ser um partido de centro:

– Por ser de centro-esquerda, sinto-me confortável em um partido que não compactua com o radicalismo. Manterei meus princípios e ideais, mas entendo que o atual quadro de disputa aguda no cenário nacional, tem levado nosso país ao impasse.  O PSD é um partido aberto às inovações necessárias na gestão pública, desafio central para aqueles que acreditam no papel de um Estado empreendedor, forte e democrático, que prioriza o social e busca o bem-estar e a felicidade dos cidadãos. Chega dessa polarização esquerda-direita, desse clima permanente de Gre-Nal.

Braço direito de Tarso Genro e Fernando Haddad no Ministério da Educação no governo Lula, o ex-prefeito de Canoas por oito anos também fez post em seu perfil no Facebook, que você acessa clicando aqui.

É o mesmo discurso – que chamo ‘atrás do muro’ – usado em Gravataí por Dimas Costa, vereador do partido, ex-petista como Jairo Jorge e também candidato a prefeito em 2020, que se apresenta como alternativa ao 'GreNal da Aldeia', travado há décadas entre os grupos do prefeito Marco Alba (MDB) e do ex-prefeito Daniel Bordignon (PDT).

Se atrair os prefeitos de Cachoeirinha, Miki Breier (PSB), e de Viamão, André Pacheco (sem partido), depois de confirmar Jairo Jorge, favorito dos favoritos para ganhar a Prefeitura de Canoas, o partido do deputado federal Danrlei de Deus será o Flamengo das ‘contratações eleitorais’ até a janela de março para transferências partidárias para 2020.

Nacionalmente, só faltaria Ciro Gomes dizer sim ao presidente Gilberto Kassab e ser o candidato à Presidência da República do 'Centrão' em 2022.

Ao fim, ‘insípido, inodor e incolor’, como brinco, o PSD cresce ao não escolher lado na ferradura ideológica.

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