política

A um ano da eleição, quais as potenciais candidaturas de Gravataí a estadual e federal; O ’nós contra eles’ de 24

Eleição de 2022 acontece novamente em 2 de outubro

A um ano da eleição Gravataí tem pelo menos 15 potenciais candidaturas locais à Assembleia Legislativa e à Câmara Federal.

Nos anos 2000 a aldeia chegou a ter consecutivamente cinco parlamentares: Edir Oliveira federal, Abílio dos Santos, Daniel Bordignon, Francisco Pinho e Miki Breier. Na eleição de 18, ninguém foi eleito. Patrícia Alba é hoje a dona de seu mandato, mas somente após titulares renunciarem para assumir prefeituras.

Vamos aos nomes e, Printe & Arquive na Nuvem, coloco ao lado a porcentagem que reputo tem a respectiva candidatura de se confirmar em 22 – em condições normais de temperatura e pressão. Para ficar claro: a porcentagem é análise minha, baseada em informações recolhidas e leitura de cenário.

No governo, os candidatos do prefeito Luiz Zaffalon (MDB) são o casal Patrícia Alba (MDB), à Assembleia, e o ex-prefeito Marco Alba (MDB), a federal. Chance de concorrerem: 100%.

Outro especulado é o Policial Federal Evandro Coruja (PP), para disputar a Assembleia como representante do bolsonarismo raiz. Chance de concorrer: 30%.

Paulo Silveira (PSB) também é cotado para Assembleia, pela ‘esquerda’ do governo. Chance de concorrer: 30%.

Jones Martins (MDB), como uma dissidência do grupo de Marco, é citado para concorrer a federal como dobradinha de Juvir Costella (MDB). Chance de concorrer: 20%.

Na oposição a principal candidatura é do ex-vereador Dimas Costa (PSD) à deputado estadual, lançada desde que se abriram as urnas que, com 35 mil votos, lhe colocaram no segundo lugar na disputa pela Prefeitura em 20. Chance de concorrer: 100%.

O vereador mais votado na última eleição, Bombeiro Batista (PSD), também já foi lançado candidato a deputado federal. Chance de concorrer: 70%.

O meio político ainda aposta numa candidatura de Cláudio Ávila (PSD) a federal, mas ele diz não querer. Chance de concorrer: 30%.

Evandro Soares (DEM), assessor de Onyx Lorenzoni em Brasília, é provável candidato a Câmara Federal, caso o ministro e deputado federal concorra a governador. Chance de concorrer: 60%.

A presidente do sindicato dos professores Vitalina Gonçalves (PT) é cotada para concorrer à Assembleia Legislativa. Chance de concorrer: 90%.

O vereador estreante Thiago De Leon (PDT) pode disputar vaga à Assembleia. Chance de concorrer: 50%.

A bióloga e funcionária pública Daniela Diedrich (PDT) se coloca para a Câmara Federal. Chance de concorrer: 70%.

Apesar de ter outros planos, Anabel Lorenzi (PDT) é nome sempre lembrado e poderia concorrer a Assembleia ou Câmara Federal. Chance de concorrer: 30%.

No PSOL os nomes são as ex-cadidaturas à Prefeitura, Rafael Linck e Tamires Paveglio, ainda sem definição sobre quem concorre a estadual ou federal. Chance de concorrer: 100%

Ao fim, tudo se desenha para que, conforme a popularidade nas urnas, 2022 reproduza o que pode se tornar um ‘nós contra eles' em 24, na disputa pela Prefeitura, entre governo (Zaffa, Marco & Cia) e oposição, com Dimas e o ex-prefeito Daniel Bordignon (PT) juntos.

 

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