crise do coronavírus

A promessa da vacina: Dia D é quarta, Hora H é às 10; Cachoeirinha e Gravataí prontas

Prefeito Miki Breier participou de videoconferência com ministro da Saúde

O prefeito Miki Breier ouviu do ministro da Saúde Eduardo Pazuello a promessa de que a vacinação contra a COVID-19 começa na próxima quarta, 20. A videoconferência foi organizada pela Frente Nacional dos Prefeitos. Cachoeirinha está preparada para vacinar, assim como Gravataí, como tratei em Gravataí pronta para vacinar 3 mil antes do fim do mês; Conheça primeiro grupo a receber.

– É um dia histórico para nossa geração. A vacina é boa para a saúde das pessoas e a saúde da economia. Quase tudo está funcionando, mas precisamos voltar a normalidade, mesmo que mantendo cuidados, como usar máscara – disse o prefeito ao Seguinte:, manifestando a esperança de que até o fim de 2021 todos os brasileiros tenham sido vacinados.

– A resistência me parece cada vez menor às vacinas.

Os primeiros a receber as vacinas serão a população idosa que reside em asilos, os profissionais que atuam na linha de frente no combate à pandemia e os indígenas, conforme determinação do Ministério da Saúde.

Em Cachoeirinha, o cálculo da Secretaria da Saúde é de que o primeiro grupo chegue a 2.500 pessoas

– Estamos prontos para começar a vacinar – garantiu Miki, como antecipei em Vacina, vacina e vacina: a prioridade de Miki; Cachoeirinha sai na frente e tem seringas.

O secretário da Saúde confirma.

– Temos 10 mil seringas e agulhas no estoque.

Juliano Paz monta um plano de vacinação que contará com 50 vacinadores em 8 unidades de saúde e precisa prever que as diferentes vacinas precisam ser aplicadas em duas doses. A ideia é apresentá-lo para aprovação do prefeito na segunda e depois aos vereadores e à imprensa.

– Enquanto isso aguardamos a chegada das doses – acautela-se.

No encontro virtual, como conta o jornalista Rodrigo Becker, do Seguinte:, o ministro da Saúde anunciou o início da vacinação para às 10h do dia 20 de janeiro, simultaneamente em todo o país. A expectativa é de que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) se manifeste até o domingo, 17, dando o aval para o uso emergencial do imunizante produzido no Instituto Butantan. Aí, então, caberá ao Ministério da Saúde fazer a distribuição em todo território brasileiro.

Neste primeiro momento, serão 8 milhões de doses aplicadas – todas no mês de janeiro. Dessas, 2 milhões são da AstraZenica (2 doses, sendo a segunda aplicada em 3 meses) e 6 milhões do Butantan (2 doses, sendo a segunda aplicada em 21 dias).

Na terça-feira, 19, será apresentado o cronograma no Palácio do Planalto. A expectativa do Ministério da Saúde é vacinar um terço dos brasileiros até o fim do primeiro semestre. Pazuello, porém, considera “pífia” a quantidade de vacinas importadas, e que o Brasil só terá quantidade suficiente de vacinas se as produzir.

No próximo final de semana, chegam da Índia 2 milhões de doses da AstraZeneca/Oxford.

– Não vamos abrir mão de nenhuma vacina – assegurou.

O ministro solicitou que as prefeituras verifiquem seus depósitos, além da logística para as salas de vacinação, insumos, EPIs, seringas e material de controle. Na campanha de vacinação, será usado o aplicativo Conecte Sus. Com isso, todas as UBS estarão interligadas através do prontuário digital.

Como o efeito da vacina demora entre 30 e 60 dias, Pazuello alertou sobre a importância de a população continuar com os cuidados.

Ao fim, é momento de esperança. Que o ‘Dia D’ seja na próxima quarta e a ‘Hora H’ às 10h. Chegando as vacinas, cada um de nós tem o dever de convencer negacionistas e secadores de vacina de que é preciso espírito de comunidade para que se chegue à imunidade global. Que movimentos antivacina não atrapalhem, como trato em A vacina e os covidiotas. A vacinação contra a Polio não chegou à metade da meta de 90%!

Como já lembrei em outro artigo, apesar de convidado a sair do Exército, o próprio presidente Jair Bolsonaro sabe que vacinação não é uma questão individual. Tanto que militares são obrigados a tomá-las, para proteger o corpo e a corporação.

Hoje, o ‘corpo’ do presidente são 209 milhões de brasileiros.

 

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