Saúde

CANOAS | Dengue por aqui: 5 casos confirmados e terça já tem fumacê no Mathias; nunca é tarde para se cuidar

Ações para eliminar focos do mosquito que transmite a doença começam essa semana em Canoas e precisam contar com a ajuda de moradores. Foto: Agência Brasil

Prefeitura confirmou 5 casos de dengue e outros 25 suspeitos em moradores da cidade. Ação para eliminar focos do mosquito começa pela Mathias na terça

Com a explosão de casos de dengue em Porto Alegre, era de se esperar que em Canoas surgissem focos da doença, cedo ou tarde. Pois bem, vieram cedo. Neste sábado pela manhã, a Vigilância em Saúde confirmou cinco casos de dengue entre residentes do municípios – todos do Mathias Velho e que contraíram o vírus fora de Canoas. Casos importados, portanto, mas que indicam a presença do vírus e, como se sabe, os mosquitos que os levam de uma pessoa para outra estão por aí, zunindo no ouvido da gente.

Ainda segundo a Prefeitura, outros 25 casos seguem em análise – o que pode elevar o número de contaminados nos próximos dias. O caso clássico de dengue apresenta febre e, pelo menos, mais dois dos seguintes sintomas: dor de cabeça ou no corpo, atrás dos olhos, nas articulações ou manchas vermelhas na pele. Quem apresentar sintomas compatíveis deve procurar o posto de saúde mais próximo de casa ou, ainda, as UPAs do município.

 

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Além da intensificação das ações de prevenção, como as conhecidas recomendações para evitar água parada no pátio, vasos de planta cobertos com areia e calhas livres de detritos, a Prefeitura deve começar na terça-feira, 22, o famoso fumacê nas ruas ao fundo do Mathias. Na ação, se utiliza um inseticida a base de cipermetrina e óleo mineral, que gera uma fumaça densa e esbranquiçada. Apesar de ser um produto químico, ele não faz mal ao meio ambiente nem oferece riscos aos seres humanos ou animais domésticos desde que não seja diretamente inalado em grande quantidade. 

O fumacê age na inutilização das larvas do mosquisto Aedes aegypti e também do inseto adulto, que é quando ele adquire a capacidade de contaminar-se e de transmitir o vírus. No entanto, a eficiência da detetização na rua é de cerca de 40%; o que garante a elimanação da doença são os cuidados preventivos sob responsabilidade de cada família:

Tampar as caixas d'água;

Não deixar água acumulada na laje;

Manter os lixos fechados;

Utilizar areia nos vasos de plantas;

Deixar garrafas e outros recipientes de cabeça para baixo;

Deixar as lonas esticadas;

Retirar a água dos pneus;

Na próxima semana, a Prefeitura também deve começar um levantamento de possíveis focos do mosquito em diversos bairros da cidade. Os números abastecem um relatório conhecido na Vigilância como LIRA e, com ele, novas ações podem ser determinadas.

 

 

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