Política

CANOAS | Camilo Bornia no divã

Camilo, como deputado federal Marcel Van Hatten e Jonas Dalagna, em recente ação no Calçadão de Canoas. Foto: Divulgação

Terceiro colocado na eleição de 2020, superando nomes como Nelsinho Metalúrgico e César Augusto, ex-candidato do Novo ainda não decidiu que vai às urnas em 2022

 

Camilo Bornia está pensado sobre o futuro político. Intigado pelo partido, o Novo, a concorrer a deputado no ano que vem, participou da primeira etapa da formação interna que a sigla propõe aos candidatos, mas ainda não deu o 'sim' a segunda fase do programa. Espera que, com o tempo, amadureça uma decisão.

Na prática, Camilo tem dúvidas pessoais e profissionais, não políticas.

Terceiro colocado na eleição de 2020 com 5,43% dos votos e quase 9 mil votos, foi um dos poucos que saiu das urnas com capital político maior do entrou. Em uma disputa polarizada desde o primeiro momento entre os então candidatos Jairo Jorge e Luiz Carlos Busato, cresceu sob o discurso de terceira via e superou nomes como o do ex-vereador e ex-deputado Nelsinho Metalúrgico, que chegou em quarto. E César Augusto, também ex-vereador que tentou aproveitar o embalo do 'Beth é 10' de 2016 mas só conseguiu o quinto lugar na disputa. 

 

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O saldo de 2020 foi a eleição de Jonas Dalagna para Câmara e intensidade como o Novo se colocou na vitrine. Jonas, impedido pelo rigoroso estatuto do partido, não é candidato em 2022 – ao contrário, tem sido um dos principais incetivadores de Camilo. Mas  então, o que falta para este 'sim'?

Camilo vem de duas eleições em cinco anos de filiação no Novo. Empresário e professor, sentiu que 2020 não foi melhor para sua empresa de software exatamente por sua ausência prolongada. E com o envolvimento que teve com a política, acabou convidado a deixar a faculdade onde lecionava.

"Estou pensando. Não abandono as ideias, continuo e acredito no partido", comenta Camilo. "Mas tem outra coisas que também precisam de mim".

O divã de Camilo Bornia, no entanto, tem prazo para acabar. Se não completar o curso do partido até o final do primeiro trimestre do ano que vem, não vai às urnas.

 

ATUALIZAÇÃO – Camilo Bornia participou de duas eleições e não três, como havíamos informado. O texto já foi corrigido.

 

 

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