Novelão Sogal

CANOAS | Ainda tem trabalhador de bolso vazio na Sogal; reunião amanhã é decisiva

Reclamações sobre falta de pagamentos seguem acontecendo entre os funcionários da empresa. Foto: Arquivo Seguinte:

Novelão Sogal segue rendendo capítulos: há trabalhadores que ainda não receberam o salário de julho

Relatos da Armando Fajardo não são bons para o transporte coletivo em Canoas. A Sogal segue justificando aos seus funcionários as dificuldades financeiras de sempre para o atraso nos pagamentos. O clima por lá já era tenso e só piora desde a semana passada, quando uma paralisação rendeu ofício ao Ministério Público e pode acabar em multa ao sindicato da categoria.

 

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O caso foi visto pela cúpula do governo como um movimento combinado entre patrões e empregados para pressionar a Prefeitura a fazer uma nova compra de passagens. O socorro acabou negado e a denúncia feita ao Ministério Público do Trabalho. O órgão intermediou um acordo em julho que previa um interstício sem greve para que a Junta Governativa pudesse avançar sobre a gestão da empresa e equilibrar os pagamentos em atraso. Se considerar que o sindicato teve participação na paralisação, a multa pode chegar a R$ 100 mil para a entidade.

Dito isto, vamos à novidade – que como antecipei lá no início do post, não são boas. Nesta quarta-feira pela manhã, chegaram ao blog o relato de dois funcionários que ainda não receberam o pagamento do mês de julho. O dinheiro deveria ter sido depositado em conta no quinto dia útil de agosto e fez parte do acordo revalidado na semana passada de que os atrasos seriam quitados até segunda-feira, 6. 

Ao que parece, não foram.

Uma nova reunião da Junta Governativa foi convocada para tarde desta quinta-feira, na sede da empresa. Trabalhadores, direção da Sogal e governo vão discutir como quitar as folhas de pagamento em atraso para aliviar o clima de tensão entre os funcionários e, por fim, manter os ônibus nas ruas. 

Hoje, 69 ônibus e 12 seletivos atendem a toda a cidade Canoas – 25% deles com motorista e cobrador e o restante apenas com o motorista.

Procurado, o presidente do Sindicato dos Rodoviários, Marcelo Nunes, disse que tem recebido colegas com contas em atraso, luz cortada e sem comida para colocar à mesa com frequência. Ele nega, no entanto, que a entidade esteja organizando qualquer paralisação. Vale lembrar que o acordo de não-greve expira em 20 de setembro.

Mais uma vez, a Sogal não deu retorno às ligações do blog para comentar o assunto.

 

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