2022 é logo ali

CANOAS | Busato para governador: a conta 50 a 50 do ’partidão de direita’

Reportagem de O Globo publica especulação que pode por Busato na disputa pelo Piratini ano que vem pelo novo União Brasil

O União Brasil, que vem nascendo da fusão entre o Democratas e o PSL, parece mais do que disposto a contar com Luiz Carlos Busato, hoje e ainda do PTB, em seus quadros na eleição de 2022. Ofereceu ao ex-prefeito a presidência do partido no Estado e, agora, dirigentes nacionais da nova sigla já falam em lançá-lo a governador do Estado.

Segundo informações da repórter Bela Megale, de O Globo, Antônio Rueda, hoje um dos caciques do PSL e um dos próximos vices nacionais do União, conversou com o governador Eduardo Leite em Brasília, na segunda-feira. Leite disputa prévias no PSDB para ser o candidato do partido ao Planalto e, se vencer, quer ter o União ao seu lado. ACM Neto, entusiasta do novo partido entre os Democratas, já declarou publicamente sua preferência por Leite contra João Dória, governador de São Paulo.

 

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A especulação sobre a candidatura de Busato tem a ver com o plano do União de ter um palanque no Estado. O partido que nasce como um gigante de direita terá quatro deputados federais e seis estaduais – a terceira maior bancada da Assembleia. Com esse tamanho, é natural que mire o governo – especialmente se o atual ocupante do posto, Leite, ainda não tem oficialmente um candidato para chamar de seu. Ranolfo Vieira Jr., o atual vice, é bem cotado; mas setores do MDB, PL e Republicanos avaliam que o novo tucano tem pouca experiência com as urnas e que para formar uma ampla coligação, com o apoio de Leite, é preciso um nome mais calejado no voto.

É aí que Busato entra nos sonhos do União.

Atual secretário de Leite, ele ainda não disse o sim ao novo partido – aliás, a especulação mais forte era de que formasse fileiras no Republicanos até o final do ano. Trabalhando por uma candidatura à Câmara Federal, a troca de planos animou o staff do ex-prefeito canoense – mas tem uma concorrente de peso que pode mexer nesse tabuleiro ainda em formação: Ana Amélia Lemos.

Também secretária de Leite, a ex-senadora é carta fora do baralho no PP que já se decidiu pela candidatura de Luiz Carlos Heinze a governador. Ana Amélia concorreu a vice de Geraldo Alkmin em 2018 e, em 2014, foi derrotada na disputa pelo Piratini – mas nunca escondeu sua vontade de disputar o cargo novamente.

Se os dois aceitarem o convite do União, as chances de cada um são 50 a 50 – e, na minha modesta opinião, depende do 'amém' de Eduardo Leite.

 

 

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